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11 junho, 2013
04 junho, 2013
The walking Dead não é a unica Série de zumbis
DEAD SET
Apocalipse zumbi no Big Brother
A série foi lançada em 2008, e teve como co-escritor nosso herói, Simon Pegg (de Shaun of the Dead). O roteiro é bem original, às vésperas da eliminação de um participante do Big Brother Inglês, milhares de pessoas cercam a casa onde estão os participantes, aguardando pelo resultado. As pessoas enlouquecidas pelo programa estão completamente alheias de que neste exato momento, uma epidemia zumbi começa a se espalhar pela Inglaterra com diversos conflitos.
A série foi exibida no Brasil pelo canal Multishow.
Fonte: Universo Zumbi
31 maio, 2013
19 maio, 2013
Enfim: 20th Century Fox anuncia data de lançamento de Assassin’s Creed: The Movie
Essa é para os fãns de AC,A 20th century fox anuncia o lançamento de Assassin´s Creed:The Movie,mas calma que não é pra esse ano,muito menos para o ano que vem,mas sim para o meio de 2015...Trágico,mas já é um começo,o filme vai tratar da história de Ezio entre o jogo Assassins Creed e Assassin´s Creed 2,o elenco ainda não está confirmado,mas algumas imagens já estão circulando na internet de uma possivel gravação.
09 maio, 2013
03 maio, 2013
5 sinais de que você está jogando muito video game
1. A vida é um FPS
Uma ameaça se aproxima e tudo o que você tem em mãos é um celular. Por mais que você tente e mentalize com força, ele não vai se transformar em um fuzil ou em algo parecido. Pois é, podemos até pensar que nossas vidas são jogos em primeira pessoa, mas o mais próximo que podemos chegar disso é andar com uma lanterna em algum local escuro e abandonado — e é claro que ninguém quer encontrar o Slenderman.
Jogar muito video game pode fazer com que pensemos que a vida toda é um grande FPS. Geralmente isso acontece com pessoas que passam mais do que três horas diárias em frente ao computador ou video game. Mas é preciso deixar bem claro que isso não vai influenciar ninguém a sair atirando por aí. O máximo que acontece é o jogador ter a impressão de que está preso em alguma fase em que não pode usar armas.
Já pensou como seria divertido se várias informações aparecessem na sua tela... Ou melhor, nos seus olhos? O HP mostraria quanto tempo você pode ficar sem comer e teria até mesmo um indicador para saber a hora certa de ir ao banheiro. Sem falar no mapa para chegar aos destinos com mais facilidade. Se você já pensou nisso, você precisa passar menos tempo mergulhado nos games.
2. O rei dos esportes
Você sabe que uma formação Nickel é essencial para jogadas em que o time adversário coloca um recebedor a mais na jogada, mesmo sem nunca ter encostado em uma bola de futebol americano. Você também conhece todas as táticas do Barcelona, mas não consegue fazer uma embaixadinha. Não nos esqueçamos também de que há grandes chances de você nunca ter visto gelo, mas saber tudo sobre hockey.
Se você se identificou com as situações descritas acima, certamente você é um verdadeiro aficionado por esportes, mas é bem provável que nunca tenha se esforçado para ser assim na vida real. Jogar video game é muito mais fácil e evita lesões, não é mesmo? Apostamos que sua mãe diria isso se soubesse que você gosta de rugby, por exemplo.
Há estudos em andamento na Universidade de Harver (não Harvard, Harver... Fica no terceiro retorno da estrada do Vale do Itajaí-SC) que buscam provar que atletas de verdade estão menos aptos à habilidade com os consoles. Em testes supervisionados, Robertinho Pernambucano perdeu para um garoto de cinco anos em partidas de FIFA 13. Maico Jordão perdeu para o mesmo garoto, mas no game NBA Jam.
3. Jargões de games na vida real
Horário de trabalho. Todos concentrados para a entrega de um projeto muito importante, que pode salvar a empresa de um dos maiores prejuízos já vistos. Tudo o que você quer é paz para realizar suas tarefas, mas um colega não para de cantar aquela nova música chatíssima do “Luan Lima e Você”. Qual é o seu primeiro pensamento? “FUUUS ROO DAAAAH”.
Isso não resolve nada, porque você não está jogando video game. Se estivesse, a cada vez que o pentelho de galochas aparecesse, você ouviria este som. Pois é! Nós sabemos que estamos passando muito tempo nos video games quando começamos a utilizar alguns dos principais jargões dos jogos em nossas próprias vidas. Todo mundo já foi assim! “Mas aí levamos uma flechada no joelho”. Confira uma série de situações em que isso pode ser percebido:
- “Hadouken” e “Shoryuken” em brigas no colégio;
- Esticar a mão e dizer “Get over here” para chamar alguém;
- Em uma partida de futebol, após uma cabeçada, você diz “Cabeçada” com sotaque espanhol;
- Antes de entrar em uma sala, você joga uma bolinha de papel e grita “Fire in the hole”;
- Em vez de ficar doente, você fica com pouco HP;
- Na festa de formatura da sua namorada, você foi o melhor dançarino em “Rasputin”.
4. Virtual e real se confundem na sua cabeça
Acordar, abrir os olhos, comprar um fogão, ir até a cozinha, preparar uma comida que restaura HP e custa duas peças de ouro, girar em torno do próprio eixo para trocar de roupa, pegar um carro, dirigir até o centro da cidade, subir em um prédio e pegar um jetpack, voar até o trabalho, descer de paraquedas em cima de um ônibus e ganhar pontos de respeito.
(Fonte da imagem: Divulgação/EA)
Pode parecer uma mistura de GTA com The Sims, mas é a vida real. Ou será que não é? Bem, é difícil que seja, a menos que você seja um dublê e sua vida seja repleta de aventuras como essa. É claro que os exemplos utilizados foram bem exagerados, mas não são raras as situações similares.
Um ótimo exemplo está nos jogos de futebol na cancha da faculdade. O goleiro vai em sua direção e você precisa encobri-lo. Tudo seria fácil com um “L1 + quadrado”, mas na vida real as coisas são diferentes. E para correr atrás do ônibus? Você já deve ter pensado em ligar o turbo, mas a vida real não permite. A confusão é comum. E divertida. Pelo menos para os outros.
5. Você pula de um avião, seu paraquedas não abre e você atira com sua bazuca para o chão, tentando criar um impulso contrário a fim de reduzir o impacto
O que? Nunca aconteceu com vocês?
.....
Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não correspondem à realidade.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/erro-404/39254-erro-404-5-sinais-de-que-voce-esta-jogando-muito-video-game.htm#ixzz2SEoWAYkh
27 abril, 2013
O Hobbit - A Desolação de Smaug | Prévia do segundo filme
Para promover o lançamento do Blu-ray de O Hobbit - Uma Jornada Inesperada, Peter Jackson fez um vídeo pelos escritórios da Weta na Nova Zelândia, e mostrou, como prometido, trechos do segundo filme da trilogia, O Hobbit - A Desolação de Smaug.
O vídeo - que já circula irregularmente na web e estará online até 24 de maio, numa versão editada, para quem tem a chave de acesso fornecida para sites e dada com o Blu-ray de Uma Jornada Inesperada - revela trechos incompletos do segundo longa, mostra alguns personagens inéditos e termina com uma cena já finalizada de A Desolação de Smaug.
[Atualizado, 1/4 com vídeo editado oficial do evento]
Para começar, Jackson mostra os escritórios da Weta, cheios de pôsteres pelas paredes, incluindo cartazes da franquia 007 e de The Dam Busters, cuja refilmagem parecia esquecida mas o diretor ainda diz estar planejando. Em relação a O Hobbit, entre alguma brincadeiras (imagens falsas, caricatas, do dragão Smaug, que não é revelado em momento algum, com exceção de um urro no final do vídeo), nesse passeio pelos corredores Jackson mostra os atores de captura de movimentos em ação e também artes conceituais do que seria a biblioteca de Valfenda - cenário que acabou ficando de fora do primeiro filme. De camisa branca de linho e pés descalços sobre um sofá dentro da sala de montagem - onde uma TV de 100 polegadas é usada na edição para tentar emular a experiência dos filmes no cinema, segundo Jackson, já que a tela menor do computador deixa tudo muito diferente do resultado final - o diretor enfim revela elementos do segundo filme.
Para começar, são mostrados diversos ângulos de cobertura filmados da cena em que Bilbo reclama do "passeio" dos barris, uma das cenas mais marcantes do livro (e que deve ser um dos pontos altos de A Desolação de Smaug). "Deixar o Bolsão foi meu primeiro erro. No Condado temos um velho ditado, que aprendemos desde o nascimento: 'Nunca siga para o Leste'", diz o hobbit. "Goblins, trolls, wargs, nada disso estava no contrato..." O interessante é que os barris - com os anões molhados depois da viagem pelo rio - estão sobre um barco que está sendo pilotado por Bard. Essa cena não existe no livro e deve ser uma das adições pensadas para dar mais espaço ao importante personagem vivido de Luke Evans.
"É dificil fazer um segundo filme, mas a vantagem é que há muitas tramas paralelas. Essas tramas adicionam à historia, que se intensifica, enquanto os riscos aumentam", diz Jackson. Além de Bard, outro personagem que ganha espaço é o prefeito de Esgaroth, a Cidade do Lago, interpretado por Stephen Fry. O personagem tem cabelo ralo, com poucos e longos fios sebosos penteados para o lado. Na parede do seu quarto, o prefeito tem um autorretrato que não condiz com a realidade: na pintura ele é esbelto, loiro e cheio de cor, mas na verdade é viscoso, como se fosse uma versão humana e menos grotesca do Rei Goblin. Pela prévia, esse personagem parece se encaixar no filme como um alívio cômico.
Sobre Bard, Jackson diz que as intenções iniciais do arqueiro serão duvidosas. "Nós nos divertimos criando Bard, deixando a questão no princípio se ele é um mocinho ou um vilão", diz. Em seguida, o diretor enfatiza que a participação de Legolas, ainda que inexistente nos livros, faz sentido dentro da trama. O elfo vivido por Orlando Bloom parece ter um espaço considerável na trama, assim como Tauriel, a personagem vivida por Evangeline Lilly que Jackson criou especificamente para o filme (já que o livro não tem nenhuma mulher...). A elfa ruiva era descrita anteriormente como a chefe da guarda dos elfos, mas Jackson diz que ela, na prática, é a guarda-costas de Thranduil, o rei dos elfos. Em uma cena, Tauriel instiga com sua espada um orc subjugado, para extrair informações: "Você gosta de morte, orc? Então deixe-me dá-la a você...", ameaça, antes de ser interrompida por Legolas. Tauriel parece ser uma rara elfa impetuosa.
Para finalizar, Jackson mostra cenas de bastidores e algumas artes conceituais, como a tortuosa Floresta das Trevas, e exibe uma cena de A Desolação de Smaug. Ela mostra Gandalf e Radagast dentro de um sepulcro vertical de pedra, subterrâneo, com tumbas marcadas por feitiços malignos. As grades estão arrebentadas e Radagast questiona quem poderia ter invadido as tumbas... E Gandalf responde que elas foram abertas por dentro. Todas as nove. Ele se refere, claro, aos nove Espectros do Anel. Tudo indica que a missão paralela de Gandalf contra o Necromante, apenas sugerida no livro, será mostrada mais detalhadamento no filme. Jackson diz no vídeo que o Necromante aparecerá no segundo filme.
O segundo longa da trilogia chega aos cinemas em 13 de dezembro. Já a terceira e última parte, O Hobbit - Lá e De Volta Outra Vez, estreia em 19 de dezembro de 2014.
Peter Jackson dá pistas sobre "O Hobbit: A Desolação de Smaug" e diz que "a história se intensifica"
Descalço no escritório de sua produtora, Peter Jackson responde a perguntas de fãs e do elenco sobre a próxima sequência de "O Hobbit", "A Desolação de Smaug", em vídeo extraído do Blu-Ray e divulgado nesta semana.
Peter Jackson fala sobre "O Hobbit: A Desolação de Smaug"
"É complicado fazer um filme intermediário. Mas a vantagem é que "O Hobbit" é mais linear (do que "Senhor dos Anéis"), e não mostra só Gandalf guiando os anões pela Terra Média. Uma coisa que podemos explorar mais nesse filme do que em "As Duas Torres" é seguir diferentes linhas e personagens. A história se intensifica e os personagens vão se multiplicar", diz Peter.
Jackson ainda respondeu que diferenciará Randall e Legolas, levando em consideração os mitos escritos por J.R.R. Tolkien e mostrará o dragão Smaug e o misterioso Necromante. "A Desolação de Smaug" tem previsão de estreia para 13 de dezembro nos Estados Unidos. Ainda não há datas para o Brasil. No filme, Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) tentará recuperar o tesouro em posse do perigoso dragão.
Facebook remunerou Zuckerberg com US$ 1,99 bilhão em 2012
O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, obteve uma remuneração em ações de US$ 1,990 bilhão em 2012, segundo informação enviada à Bolsa na sexta-feira (26). O salário base de Zuckerberg foi de US$ 503.205, mas ele recebeu US$ 266.101 de bônus pelo desempenho, incluindo um pagamento pela rede social ter superado 1 bilhão de usuários.
Além disso, US$ 1,22 milhão adicionais foram pagos em dinheiro, principalmente por viagens privadas de avião realizadas por motivos pessoais. O pagamento do Facebook é justificado como garantia da segurança de seu fundador.
Para 2013, Zuckerberg propôs que seu salário seja reduzido de forma simbólica a US$ 1, assim como outros diretores do setor, como o chefe-executivo do Google, Larry Page. Mais do que o salário, a fortuna de Zuckerberg – US$ 13,3 bilhões –, procede da posse de ações que equivalem a 29,3% do Facebook.
A número dois do Facebook, Sheryl Sandberg, recebeu em 2012 um total de US$ 26,1 milhões, valor pago fundamentalmente com ações.
O volume de negócios do Facebook aumentou, em 2012, 37% e chegou a US$ 5,1 bilhões, mas o lucro líquido foi de apenas US$ 53 milhões. As ações da empresa que entraram na Bolsa em maio a US$ 38 caíram a menos da metade pouco depois, mas esta semana fecharam a US$ 26,85.
E se os vilões não forem malvados de verdade?
Depois de tanto tempo lutando contra os mesmos vilões, você já se perguntou se eles são realmente maus a ponto de merecer apanhar tanto? E se, no final das contas, eles forem os mocinhos?
Falando assim, até parece que estamos descrevendo a ação de um terrorista ou de um criminoso internacional, mas trata-se apenas do bom e velho Mario. E pode parecer um pouco de exagero, mas é exatamente isso o que você fez nas últimas duas décadas a cada Super Mario Bros. que passou por seus video games.
Bem e mal são apenas uma questão de perspectiva. Não existe certo e errado, já que ambos os lados acreditam em suas causas, por mais nefastas que elas pareçam aos nossos olhos. Heróis e vilões só nascem no fim do conflito, quando o vencedor se proclama como o paladino da justiça e de tudo o que há de mais correto no mundo. Ao que caiu, a mancha do lado negro.
Essa dualidade existe em todos os lugares, incluindo nos games. Afinal, quem disse que Mario é realmente um príncipe encantado montado em um Yoshi branco? Peach foi realmente raptada? Você já se perguntou se toda essa jornada por mundos e castelos é realmente correta? Braid é um ótimo exemplo de jogo que mostra que nem todo o resgate é necessário e que, às vezes, o problema é você.
Por isso, decidimos dar uma segunda chance aos grandes vilões dos games. Depois de anos apanhando e tendo seus planos destruídos, chegou a hora de saber como os inimigos clássicos dos jogos veem os protagonistas. Será que realmente estamos lutando pelo lado certo desta guerra?
Serial killer bigodudo
Comecemos pelo exemplo usado no início deste texto. No caminho para se transformar no ícone máximo dos video games, Mario teve de passar por cima de muitos Koopas e Goombas. No entanto, quantas vezes você realmente se importou com isso? Já pensou no sofrimento que é ser pisoteado por um italiano gorducho ou arremessado em um poço de lava sem qualquer explicação racional?Diante disso, não é estranho imaginar o desespero dos habitantes de Mushroom Kingdom quando o boné vermelho surge no horizonte. Para eles, o herói que nós controlamos nada mais é do que um assassino qualquer, que invadiu seu reino para espalhar a morte e a destruição. Um bárbaro estrangeiro que não se importa com nada além de seu prazer de matar.
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Uma presença tão perigosa não poderia passar despercebida. Tanto que Bowser sempre tenta armar suas defesas e proteger seu povo, treinando alguns soldados, convocando mercenários e até mesmo apelando para forças ocultas, chamando feiticeiros e usando artes negras para fazer com que as pobres vítimas de Mario voltem da morte em busca de vingança. O problema é que nada disso é capaz de pará-lo. Protegido pela impunidade, o bigodudo assassino continua deixando um rastro de sofrimento por onde passa.
Como não poderia deixar de ser, sempre há uma razão que tenta justificar o massacre. A mais usada é a de "resgatar a princesa Peach", noiva do Sr. Bowser. Palavras bonitas para um criminoso, mas por que ela precisaria ser ajudada, já que todos em Mushroom Kingdom sabem que não há felicidade igual à do casal real? O rei até procurou a imprensa para justificar que há alguns desentendimentos, mas nada que justifique atos tão cruéis como os cometidos por Mario e seus comparsas.
A verdade é que ele continua solto e fazendo novas vítimas. A situação é tão triste que as viúvas de Goombas assassinatos organizaram um movimento clamando por justiça. Todas as quintas-feiras, elas se reúnem na Fase 3 do Mundo 2 para protestar e, segundo populares, é possível ouvir o choro dessas pobres almas para lá da Rainbow Road. Além disso, mamães Koopas já usam o Monstro Bigodudo como forma de assustar as crianças que desobedecem aos pais — uma prática que psicólogos já explicaram não ser nada saudável para o desenvolvimento da psiquê infantil.
Ecochatos
Uma coisa é certa: por mais que você se esforce, agradar a todos é algo impossível de ser feito. Essa é uma dura realidade que Dr. Robotnik — ou apenas Eggman, como a população carinhosamente o apelidou — encara desde que assumiu a presidência de Green Hill Zone. Desde que chegou ao poder, ele eliminou a pobreza, acabou como analfabetismo e ainda estimulou a economia do local a ponto de transformá-la em uma potência pós-moderna. Seu governo era um exemplo a ser seguido.(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
No entanto, nem todos estão satisfeitos com isso. É claro que Robotnik já esperava encontrar uma oposição forte à sua ideologia de "a tecnologia pelo progresso", mas ele não sabia que isso significaria enfrentar uma onda de violência.
Desde o início de seu governo, Eggman encara os duros ataques de um grupo de "ecoterroristas", ativistas que afirmam que o presidente está destruindo o meio ambiente e eliminando a vida selvagem. Liderados por Sonic — o rosto da revolução —, eles destroem fábricas, sabotam usinas e acabam com tudo aquilo que o herói nacional batalhou para obter. Nem mesmo estruturas criadas para proteger animais silvestres escaparam dessa intolerância.
O mais revoltante são as consequências geradas por esses atentados. Cidades inteiras sem energia elétrica, interrupção no fornecimento de água tratada e o índice de desemprego atingindo níveis estratosféricos devido à destruição de fábricas e matéria-prima — isso sem falar de greves de funcionários que não queriam mais voltar ao trabalho diante da constante onda de violência trazida pelo ouriço e seus amigos. Quem se sentiria seguro em entrar em um lugar que pode se transformar em alvo a qualquer momento?
Robotnik já tentou marcar diversas reuniões para acabar com os protestos e manter a paz em Green Hill Zone, mas o acordo nunca aconteceu. E pior de tudo é que a atuação de Sonic e companhia é tão forte que a opinião pública já começou a se virar contra o governo, pressionando-o a ceder às exigências dos ecoterroristas na tentativa de acabar com as mortes e demais transtornos.
O que poucos sabem, contudo, é que as intenções do ouriço são muito maiores do que simplesmente proteger a natureza. Por trás do discurso ecológico, sua equipe esconde intenções puramente comerciais. Milhões de anéis dourados usados para sustentar essas instalações foram roubados, causando um prejuízo enorme aos cofres públicos.
Vandalismo hereditário
Eu realmente gostaria de entender o que se passa na cabeça de alguém que invade a casa de um senhor de idade pelo simples prazer de atormentá-lo. Pois é exatamente este o drama que Drácula vive há alguns séculos. Por mais que ele realmente tenha sido um vampiro assassino e o terror do Leste Europeu, esse tempo já passou e hoje ele tenta levar uma vidinha pacata em seu castelo, passando as tardes tomando vinho, assistindo a reprises de novelas e jogando canastra com o Lobisomem, Frankenstein e David Bowie. Quer dizer, isso quando sua residência não está sendo invadida por vândalos.(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Há algumas gerações Vlad Tepes sofre com a falta de respeito dos Belmont, uma família cuja educação faria um Neanderthal ficar envergonhado. É quase como um ritual de passagem: para se tornar um adulto, o jovem Belmont deve entrar na casa de Drácula e fazer de sua vida um inferno. Sabemos que o velho é imortal, mas isso não justifica os constantes ataques e tentativas de assassinato.
E o pobre coitado já procurou várias formas de impedir que essa terrível mania se repetisse. Prestou queixa na polícia, alegando invasão de domicílio, danos materiais e até mesmo prejuízos morais. Apelou para o Instituto do Idoso, foi pedir ajuda em canais de TV e o máximo que conseguiu foi uma paz temporária, já que os ataques sempre retornavam. Nem mesmo invocar espíritos malignos e criaturas das profundezas do inferno ajudou.
Drácula já gastou uma pequena fortuna em peças de ouro reconstruindo as estruturas de seu castelo — todas tombadas pelo patrimônio histórico, diga-se de passagem — e readquirindo a prataria que os invasores destroem ou roubam a cada “visita”. E nem mesmo procurar uma mansão em outras regiões do mundo ajudou, já que os Belmont cruzam fronteiras apenas para acabar com a tranquilidade do velho Drácula.
Egoísmo primata
A boa educação diz que um prato de comida e um copo de água não devem ser negados a ninguém. No entanto, parece que nem todo mundo aprendeu essa lição básica de convivência. Que tipo de criatura sem mãe negaria algumas bananas para um grupo de marinheiros à deriva? Quem teria a coragem de dar as costas a um pedido de ajuda de um pobre coitado morrendo de fome? Se você pensou em Donkey Kong, acertou.(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
King K. Rool passou meses perdido no mar com sua tripulação de Kremlings. Sua expedição em busca da glória de seu reino foi um fracasso e, para piorar a situação, uma leitura errada dos mapas náuticos fez com que a embarcação se desviasse da rota, dando início a dias e noites de um pesadelo sem fim.
Após ver seus companheiros morrerem de fome aos poucos, o soberano viu aquilo que acreditava ser sua salvação: uma ilha. No entanto, o que ele não esperava era encontrar um gorila egoísta que se negava a entregar uma única banana para aquelas pobres almas. K. Rool pediu, implorou e se humilhou na tentativa de tocar o coração do símio, mas só obteve seu desprezo e algumas palavras grossas e chulas em represália.
O pior veio em seguida. Enlouquecidos pela fome, os Kremlings decidiram invadir os armazéns dos primatas na tentativa de conseguir algumas poucas frutas para mantê-los vivos por mais um único dia. E eles não só falharam como ainda tiveram de sofrer com a fúria do Donkey Kong e dos demais gorilas, que não hesitaram em espancar os pobres coitados. Para K. Rool e os poucos sobreviventes de sua tripulação, não restou outra alternativa além de zarpar na esperança de encontrar uma alma mais caridosa — ou de morrer em alto-mar.
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Atenção: este artigo faz
parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo
com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site.
Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não
correspondem à realidade.Ilustrações por: André Tachibana
Diablo ganha versão em quadrinhos em português
HQ chega às bancas brasileiras no mês de maio e reúne cinco edições lançadas individualmente nos Estados Unidos.
O game Diablo, da Blizzard, acaba de ganhar uma versão em quadrinhos em língua portuguesa. A novidade chega às livrarias e bancas de revistas no mês de maio. Encadernada em formato americano e com 124 páginas, a edição reúne cinco HQs lançadas individualmente nos EUA sob o título de Diablo: Sword of Justice.Para quem ficou curioso sobre como será essa edição em quadrinhos, a editora Panini, responsável pela publicação no país, disponibilizou uma pequena amostra para os leitores. O visual da HQ pode ser conferido neste link e você pode acessar o conteúdo online ou baixar o PDF. O título deve chegar às lojas por R$ 17,90.
A trama dos quadrinhos
A trama da HQ mostra Jacob, um jovem relativamente comum no sombrio mundo de Santuário, que vive uma vida de constante luta pela sobrevivência e sacrifício em uma cidade isolada e cercada por inimigos terríveis.Porém, no dia em que ele comete um crime brutal aos olhos de sua comunidade o jovem é atirado em uma aventura, que passa por lugares conhecidos dos jogadores, que irá revelar um destino muito mais grandioso do que ele jamais poderia imaginar.
26 abril, 2013
Como um hacker pode matar você
Você já parou para pensar na quantidade de eletrônicos que estão conectados durante todo o tempo e o quanto isso influencia nossas vidas? Isso não é referente apenas aos gadgets que utilizamos diariamente para nos conectarmos à internet, mas também a outras centenas de aplicativos, objetos e equipamentos (como marca-passos, carros com computadores de bordo e até mesmo redes elétricas).
É claro que esses exemplos não podem ser utilizados para que acessemos o Facebook ou algo parecido, mas eles trabalham com energia elétrica e frequências que podem ser afetadas por outros aparelhos. E é por isso que hackers podem matar pessoas. Não que isso signifique perigo constante, mas é necessário saber que a possibilidade realmente existe. Quer saber como? Então confira!
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Para evitar que tenham que ser feitas cirurgias para a troca de baterias nos marca-passos, já começam a serem estudadas formas de utilizar recarregadores wireless. E para que configurações também possam ser feitas sem novas invasões cirúrgicas, eles também possuem funções de controle remoto. Mas, se esses comandos caírem em mãos erradas, o que pode acontecer?
Segundo a SC Magazine, pesquisadores já descobriram que é possível fazer com que o firmware dos marca-passos seja modificado remotamente por pessoas que não possuem acesso a eles — e isso acontece em distâncias de até nove metros. Com essa invasão, torna-se possível ordenar descargas elétricas de 830 volts, o que , na maioria das vezes, causa a morte instantânea do portador.
O mais estanho é que essa descarga tão alta é possível graças a uma função escondida na maioria dos marca-passos. Ainda não é claro qual o real motivo dessa função, mas estima-se que ela seja programada para agir como um desfibrilador em casos de parada cardíaca. O pesquisador responsável pela descoberta afirma que é necessário “mostrar o lado mais escuro” do recurso para que as pessoas saibam com o que estão lidando.
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O problema é que, assim como no exemplo anterior, essas bombas podem ser controladas remotamente, caso um hacker consiga ter acesso aos comandos do aparelho. E isso poderia resultar no bloqueio do envio ou no envio excessivo de insulina para o corpo humano — causando lesões sérias em ambos os casos.
Algo que deixa o processo da insulina mais simples de ser resolvido é o fato de que o diabético pode perceber que está sendo atacado e desligar o aparelho ou desconectá-lo. No marca-passo, a descarga fulminante não permite que algo seja feito para interromper o processo.
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O PopSci mostra que já houve comprovações de que sistemas como o OnStar podem ser acessados por redes comuns de telefonia, desde que sejam usados os equipamentos corretos. E depois que o acesso for realizado, é possível fazer com que uma série de funções dos veículos seja alterada. Infelizmente, isso inclui o sistema de freios, motores e luzes.
Com isso, podem realmente ser realizadas sabotagens enquanto os carros estão em movimento. É importante dizer que isso exige a utilização de grandes equipamentos de identificação e corrupção de frequências, mas não podemos garantir que no futuro isso não seja mais facilmente conseguido.
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Mas será possível invadir um sistema desses com um smartphone? Segundo um pesquisador alemão contou ao The Week, a resposta é “sim”. Ele afirma ter criado um aplicativo capaz de identificar frequências do sistema de controle central das aeronaves, utilizando o acesso para modificar diversas orientações que os pilotos atribuem aos aviões. Isso inclui altitude e velocidade, segundo o responsável pelo sistema.
Para o Information Week, um porta-voz da Honeywell (uma das maiores empresas de sistemas para aviões do mundo) disse que o hacker só conseguiu realizar as invasões em seus testes, pois utilizava redes simuladas. Ele afirmou ainda que em aviões reais o acesso por esse tipo de aplicativo é completamente impossível. Mesmo assim, vale a pena ficar de olho bem aberto.
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Em muitos casos, as consequências disso podem ser mortais. Um cruzamento movimentado não pode ficar sem semáforos, e a ausência de energia elétrica causa exatamente isso. O caos pode ser instaurado em pouco tempo e isso gera violência — assim, as mortes não devem ser descartadas do leque de possibilidades. E você pode não saber, mas há como hackers causarem quedas de energia elétrica.
Como foi publicado no CNET, já houve casos de “redes inteligentes” que foram acessadas por pessoas não autorizadas, causando alguns problemas para a estabilidade dos sistemas. E após o primeiro acesso, torna-se muito fácil fazer com que a transmissão de energia seja afetada em larga escala — afinal de contas, as conexões são feitas de uma maneira bem complexa e integrada.
É claro que esses exemplos não podem ser utilizados para que acessemos o Facebook ou algo parecido, mas eles trabalham com energia elétrica e frequências que podem ser afetadas por outros aparelhos. E é por isso que hackers podem matar pessoas. Não que isso signifique perigo constante, mas é necessário saber que a possibilidade realmente existe. Quer saber como? Então confira!
1. Desafiando a saúde eletrônica
Um coração que tenha problemas para controlar sozinho os seus batimentos pode ganhar o auxílio de um marca-passo. Esse aparelho tem a função de regular o ritmo cardíaco por meio de estímulos elétricos — pequenos e leves choques que forçam o coração a realizar as contrações necessárias para o bombeamento do sangue. E para que o dispositivo mantenha uma uniformidade, há um chip de controle central.(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Para evitar que tenham que ser feitas cirurgias para a troca de baterias nos marca-passos, já começam a serem estudadas formas de utilizar recarregadores wireless. E para que configurações também possam ser feitas sem novas invasões cirúrgicas, eles também possuem funções de controle remoto. Mas, se esses comandos caírem em mãos erradas, o que pode acontecer?
Segundo a SC Magazine, pesquisadores já descobriram que é possível fazer com que o firmware dos marca-passos seja modificado remotamente por pessoas que não possuem acesso a eles — e isso acontece em distâncias de até nove metros. Com essa invasão, torna-se possível ordenar descargas elétricas de 830 volts, o que , na maioria das vezes, causa a morte instantânea do portador.
O mais estanho é que essa descarga tão alta é possível graças a uma função escondida na maioria dos marca-passos. Ainda não é claro qual o real motivo dessa função, mas estima-se que ela seja programada para agir como um desfibrilador em casos de parada cardíaca. O pesquisador responsável pela descoberta afirma que é necessário “mostrar o lado mais escuro” do recurso para que as pessoas saibam com o que estão lidando.
2. Diabéticos também são ameaçados
Sendo ainda mais fácil do que acessar equipamentos que estão no interior do corpo de alguém, há técnicas que permitem a invasão de equipamentos que estão instalados externamente. É o caso de bombas eletrônicas de insulina, que são utilizadas para suprir a demanda da substância, que deixa de ser produzida pelo pâncreas de diabéticos.(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O problema é que, assim como no exemplo anterior, essas bombas podem ser controladas remotamente, caso um hacker consiga ter acesso aos comandos do aparelho. E isso poderia resultar no bloqueio do envio ou no envio excessivo de insulina para o corpo humano — causando lesões sérias em ambos os casos.
Algo que deixa o processo da insulina mais simples de ser resolvido é o fato de que o diabético pode perceber que está sendo atacado e desligar o aparelho ou desconectá-lo. No marca-passo, a descarga fulminante não permite que algo seja feito para interromper o processo.
3. Sabotagem online de carros
Há uma série de equipamentos de segurança para veículos que permitem o bloqueio remoto de todas as funções deles — forçando bandidos a abandonar os carros, pois eles podem ficar completamente imóveis. Mas esses mesmos sistemas de acesso remoto podem fazer com que hackers obtenham acesso a funções que não deveriam cair em mãos erradas.(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O PopSci mostra que já houve comprovações de que sistemas como o OnStar podem ser acessados por redes comuns de telefonia, desde que sejam usados os equipamentos corretos. E depois que o acesso for realizado, é possível fazer com que uma série de funções dos veículos seja alterada. Infelizmente, isso inclui o sistema de freios, motores e luzes.
Com isso, podem realmente ser realizadas sabotagens enquanto os carros estão em movimento. É importante dizer que isso exige a utilização de grandes equipamentos de identificação e corrupção de frequências, mas não podemos garantir que no futuro isso não seja mais facilmente conseguido.
4. Invasão e derrubada de aviões
Existe uma quantidade imensa de comandos realizados por equipamentos eletrônicos nos aviões. A existência de qualquer interferência pode causar danos complicados ao funcionamento deles, e é por isso que devemos desligar nossos aparelhos eletrônicos durante pousos e decolagens — e os sistemas de emissão de frequência durante todo o voo.(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Mas será possível invadir um sistema desses com um smartphone? Segundo um pesquisador alemão contou ao The Week, a resposta é “sim”. Ele afirma ter criado um aplicativo capaz de identificar frequências do sistema de controle central das aeronaves, utilizando o acesso para modificar diversas orientações que os pilotos atribuem aos aviões. Isso inclui altitude e velocidade, segundo o responsável pelo sistema.
Para o Information Week, um porta-voz da Honeywell (uma das maiores empresas de sistemas para aviões do mundo) disse que o hacker só conseguiu realizar as invasões em seus testes, pois utilizava redes simuladas. Ele afirmou ainda que em aviões reais o acesso por esse tipo de aplicativo é completamente impossível. Mesmo assim, vale a pena ficar de olho bem aberto.
5. Derrubando redes elétricas
Quedas de luz podem ser muito problemáticas em diversas situações. Quando acontecem de uma maneira mais generalizada, forçam estabelecimentos comerciais a fechar as portas mais cedo, hospitais precisam ligar seus geradores e uma série de outros locais também é afetada — o que inclui até mesmo a sua casa e os alimentos da sua geladeira.(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Em muitos casos, as consequências disso podem ser mortais. Um cruzamento movimentado não pode ficar sem semáforos, e a ausência de energia elétrica causa exatamente isso. O caos pode ser instaurado em pouco tempo e isso gera violência — assim, as mortes não devem ser descartadas do leque de possibilidades. E você pode não saber, mas há como hackers causarem quedas de energia elétrica.
Como foi publicado no CNET, já houve casos de “redes inteligentes” que foram acessadas por pessoas não autorizadas, causando alguns problemas para a estabilidade dos sistemas. E após o primeiro acesso, torna-se muito fácil fazer com que a transmissão de energia seja afetada em larga escala — afinal de contas, as conexões são feitas de uma maneira bem complexa e integrada.
.....
Pois é, há formas de os hackers assassinarem pessoas e nós nem imaginamos. É claro que isso foge da escala de crimes virtuais e torna-se um crime comum, mas a identificação dos ataques pode ser muito mais difícil. Quais serão as melhores formas de se defender desses tipos de criminosos? Temos que esperar novas soluções de segurança para saber.Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/38961-como-um-hacker-pode-matar-voce.htm#ixzz2RaCYzVVT
25 abril, 2013
24 abril, 2013
23 abril, 2013
Teste mostra o quão forte é a tela do Samsung Galaxy S4 [vídeo]
Sempre que um novo smartphone está prestes a ser lançado, sites e usuários comuns resolvem fazer testes em relação a sua durabilidade. iPhones e Lumias já passaram por isso, logo não é de se surpreender que o Samsung Galaxy S4 fosse “vítima” de um desses testes.O usuário do YouTube Szabolcs Ignac postou um vídeo em que coloca a durabilidade da tela Gorilla Glass 3 do Galaxy S4, utilizando facas, chaves e moedas para saber se a tela consegue ser riscada. Tente não ter aflição ao ver Ignac passar uma faca de serra em cima da tela e não ficar impressionado com o fato de o display sair ileso.O teste só mostra que as críticas em relação ao Galaxy S4 parecer frágil não são tão verdadeiras. Agora, resta o teste de quedas para ver se o smartphone inteiro consegue se manter inteiro ou se a única coisa que realmente não quebra é a sua tela.O Samsung Galaxy S4 deve chegar às lojas do Brasil no dia 30 de abril.
Fonte:BGR,Youtube
22 abril, 2013
Man at Arms faz espada de diamante do Minecraft
Atendendo ao pedido dos nerds, o barbudo do canal Man at Arms fez a tão
desejada espada de diamante do mundo de Minecraft. Ela ficou com uma
aparência meio esquisita, mas isso foi porque ele tentou fazer uma
espada funcional, se a espada fosse idêntica a do jogo talvez ninguém
conseguisse levanta-lá de tão pesada.
Ainda assim, se preocupando em deixar a espada “utilizável”, a espada de diamante pode machucar tanto quem for atingindo, quanto quem segura, já que a superfície da espada inteira é cheia de quadradinhos pontiagudos.
Confira abaixo o trabalho do ferreiro de Man at Arms e parabéns a todos os Nerds pelo #Nerdpower
Fonte:Jovemnerd
Ainda assim, se preocupando em deixar a espada “utilizável”, a espada de diamante pode machucar tanto quem for atingindo, quanto quem segura, já que a superfície da espada inteira é cheia de quadradinhos pontiagudos.
Confira abaixo o trabalho do ferreiro de Man at Arms e parabéns a todos os Nerds pelo #Nerdpower
Fonte:Jovemnerd
Mouse do Homem de Ferro reproduz capacete da armadura de Tony Stark
Comprar uma réplica em tamanho real da armadura de Tony Stark pode não ser muito barato, mas pelo menos você pode se contentar com o mouse do Homem de Ferro. O acessório está sendo lançado pela E-Blue em conjunto com a Marvel Studios.O mouse do Homem de Ferro foi projetado para se parecer com o capacete da armadura de Tony Stark e é extremamente bem feito. O periférico sem fio é alimentado por duas pilhas AAA e está equipado com um sensor de 1000 dpi de rastreamento.Mas o mais importante mesmo é que as luzes acendem no lugar em que estão os olhos da armadura, e isso é o bastante para fazer você comprá-lo. O mouse poderá ser seu por 699 yuans chineses (225 reais, aproximadamente). No entanto, não há informações sobre a disponibilidade do produto ao redor do globo, muito menos se ele chegará ao Brasil.O mouse sem fio é mais um dos produtos que estão pegando carona na popularidade do herói, com o lançamento do terceiro filme da franquia, programado para estrear nesta sexta-feira (26). Confira neste link mais imagens do periférico.
Fonte:Gizmodo,Engadget
21 abril, 2013
Fotografar com um tablet pode salvar sua vida [vídeo]
Nada mais estranho e fonte de “vergonha alheia” que fotografar coisas com um baita tablet nas mãos. As câmeras não são muito boas e os dispositivos realmente chamam muita atenção quando são apontados para alguma coisa com a finalidade de fazer imagens. Mas, se você não pensa assim, esse vídeo é uma boa razão para que seu tablet continue sendo a sua câmera casual.
Fazer isso pode salvar sua vida, como o senhor sortudo no vídeo acabou de mostrar. O fato ocorreu na Universidade de Northern Iowa, nos EUA, durante uma partida de softball. Ao que parece, o iPad salvador de rostos continuou funcionando, mas não se tem notícias se o homem voltará a assistir às partidas tão próximo ao campo novamente. Se você resolver aparecer em uma partida desse esporte, não se esqueça da sua proteção tecnológica.
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